Para além do entretenimento, São João de Patos gera renda extra, emprego e traz movimentação para economia local

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O São João de Patos está de volta, após quatro anos consecutivos sem ser realizado, por vários motivos. Mas, para além do fator festivo, o evento, sem dúvidas, é um meio que viabiliza, consequentemente, a geração de renda e a movimentação da economia local e regional.

Sobre esse aspecto econômico do evento, a reportagem da TV Contexto conversou com a secretária de Desenvolvimento Econômico de Patos, Mila Nóbrega; e com a professora e economista Roberta Trindade, para tratar melhor sobre a importância do evento não apenas no viés do entretenimento, mas considerando o fator financeiro para as famílias que aproveitam o momento para fazer renda extra, por exemplo.

De acordo com a secretária, o evento favorece desde o pequeno comerciante àqueles que têm empresas de grande porte, como shoppings e hipermercados. Para ela, é uma grande oportunidade para gerar novos empregos e fortalecer a economia local.

“Esse período de São João aquece muito a economia de nossa região. Então são todos os setores, de um simples comércio até chegar aos maiores, como a rede hoteleira, de um mototaxista a um Shopping. Nós sabemos que isso traz um fluxo maior nas vendas e proporciona a contratação de funcionários temporários, vai haver geração de emprego e renda e os serviços também irão aumentar. Há uma procura maior nesse período para os serviços. O número de clientes dobra nesse período”, destacou a secretária.

Para a professora e economista Roberta Trindade, o ambiente gerado pelo São João de Patos proporciona um cenário propício para a movimentação da economia. Ela destacou uma série de estabelecimentos que recebem um crescimento na procura dos serviços, além de destacar o ‘pré-festa’, quando as pessoas compram roupas, ajeitam cabelos, alugam casas, entre outros pontos.

“É notório que as pessoas compram comida, bebem, é uma chance de renda para aquelas pessoas que vivem de festas eventuais, como barraqueiros, pessoas do isopor, os que vendem lanches, os restaurantes naquela região toda recebem uma movimentação bastante importante, e isso se estende a outros negócios, a exemplo dos hotéis, que costumam atingir a sua lotação máxima. Também as pessoas alugam casas, compram nos supermercados, tomam café nas padarias, lanchonetes, e isso ocorre a todo tempo. É um ambiente propício para táxis e mototáxis, uma vez que é salutar não dirigir enquanto bebem, então as pessoas usam esses serviços também. Toda uma cadeia se movimenta em função da festa.

Ouça abaixo o comentário da secretária e da economista na íntegra:

Mila Nóbrega – Secretária de desenvolvimento econômico de Patos

Roberta Trindade – Professora e economista

Junior Macena | TV Contexto 

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